Archive for the ‘semi-solo’ Category

Folk This Town neste sábado (22/8)!

agosto 19, 2009

Quer dizer que você não resistiu à chuva, ao sofá, à sua caminha quente naquele domingo e não foi na última Folk This Town? A primeira coisa que a gente pode dizer é que você PERDEU uma noite incrível. E a segunda coisa é que nós somos legais pra caramba, e que resolvemos que agora você vai ter uma segunda chance:

É isso aí: Folk Extra, neste sábado 22/8, na casa do Mancha!

O mesmo esquema da Livraria, com shows a partir das 18h: However, Leão, Edson & The Black Horses, Laura Wrona, Semi-Solo e Lulina

Além disso, durante a semana nós teremos mais novidades – a nossa coletânea já está tomando forma e vamos postar algumas músicas inéditas para vocês, além de vídeos da última festa.

Acompanhem aqui no site – ou nos seus RSS – durante o resto dessa semana. Enquanto isso, já fiquem com o serviço da casa do Mancha:

FOLK THIS TOWN – STILL OUT OF PLACE
22/5 – sábado
17:00 – abertura da casa
Shows das 18:00 até as 21:30
onde?
na Casa do Mancha
r. Filipe de Alcaçova, s/n – Vila Madalena
(11) 37967981

Próxima Folk This Town:
26/09/2009 – The Waiters

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Folk This Town de volta! – ‘Out of Place/ 6×5’ – 26/7

julho 20, 2009

outofplaceblog

Depois de um ano e meio quinzenalmente funcionando como palco para o folk produzido em São Paulo, a Folk This Town deixou de ter periodicidade definida, mas segue longe de acabar – no dia 26 de julho (tradicionalmente, um domingo) a festa tem sua primeira edição da nova fase, com o show “Out of place – 6 x 5” na Livraria da Esquina, em São Paulo.

Com seis artistas solo tocando cinco músicas cada (However, Leão, Edson, Stan Molina, Semi-Solo e Lulina), a apresentação também vai ajudar a Folk This Town a financiar a produção de sua primeira coletânea, “Out of place”, lançamento que também deve inaugurar o selo da festa.

Há alguns meses em planejamento, a coletânea ainda está em produção. A ideia é trazer um panorama da produção musical paulistana com influências folk, um registro geral dessa pequena e prolífica cena, com canções de artistas que tocaram na primeira fase da Folk This Town.

“Out of place”, o título (da noite e da coletânea) nasceu de um insight que traduziu bem as dificuldades e peculiaridades de se fazer a Folk This Town: realizar uma festa regular de folk em São Paulo é o equivalente a promover uma noite de música caipira brasileira em Nova York – deslocada, “fora de lugar”.

Na discotecagem, canções de gente como Grenade, Grateful Dead, The National, Neil Young, Belle & Sebastian, The Band, Cat Power, The Byrds, Neutral Milk Hotel, Big Star, Bob Dylan, Son Volt, Nick Drake, Will Oldham e outros heróis do violão (plugado ou não).

A Folk This Town

A festa Folk This Town funcionou entre 2007 e 2009 quinzenalmente em dois endereços em São Paulo (no bar Santa Augusta e no Bar B) com a proposta de uma noite acústica, abrindo espaço para os violões, sussurros e um clima mais intimista. Desde maio de 2009, o projeto deixou de ter periodicidade definida, mas segue realizando eventos especiais e funcionando como selo para a nova geração do folk brasileiro.

Folk This Town – Out of Place / 6×5
However, Leão, Edson, Stan Molina, Semi-Solo e Lulina
26 de julho (domingo)
Livraria da Esquina
Rua do Bosque, 1.254 – Barra Funda – São Paulo, SP
R$ 10 (aceita todos os cartões)
(11) 3392-3089
A partir das 20h
Entrada: R$ 10,00

Retrospectiva Folk – Fevereiro

março 4, 2008

 

É uma pena não ter sobrado um tempo pra eu escrever sobre o que tem sido a Folk This Town até agora. A gente sempre recebe um monte de e-mails empolgados, abraços camaradas e outras manifestações de carinho, e nem sempre dá pra lembrar de agradecer por aqui.

 

Acho que a gente tem que começar de dezembro do ano passado, quando o Edson e seus Black Horses inauguraram oficialmente a “melhor (e única) festa folk de São Paulo)”. Edson é daqueles que lidam com a quietude e o minimalismo, um membro da nossa “família” que ainda vai fazer muito barulho (mesmo que também apreciando o silêncio) por aqui e em terras estrangeiras.

 

Depois, teve a Lulina, que foi maravilhosa trazendo um monte de convidados também maravilhosos pra tocar seu Cochilândia na íntegra. A Lu é fofa e delicada e uma das pessoas mais queridas que a gente já teve a sorte de encontrar – e volta semana que vem à festa, dessa vez tocando o álbum Bolhas na Pleura (mais detalhes daqui a pouco).

O recomeço, em 2008, foi tão divertido quanto a “primeira vez”. Primeiro porque o Adriano e seu semi-solo (ex-Fading) abriu a noite, e o Adriano é um dos irmãos-folk, um dos caras sem o qual essa festa nem existiria. Aliás, puta show, com mais um monte de amigos no palco.

 

No mesmo dia 10 também tocaram Os Telepatas – que além de presentearem a gente com versões acústicas das músicas deles (e mesmo com a ausência do Stan, que estava em terras estrangeiras na época), deram de brinde Lô Borges, Grandaddy e uma palhinha do show especial só com Wilco (que rolou no final do mês no Milo) de brinde.

 

Dia 24 também foi mágico, começando com o trio de super-stars folk Helio, Zé & Mallu (“nosso Peter, Paul & Mary”, diria o Adriano), tocando versões de arrepiar de clássicos do mestre Bob Dylan, com o acréscimo de um Moldy Peaches aqui e um Vanguart acolá, só pra temperar a noite.

 

Quem também largou um pouco as guitarras para se render aos violões foi o quinteto Fotograma, tão à vontade no palco que não dava pra imaginar eles tocando de outro jeito – arranjos perfeitos e sutilezas sonoras que beiram a perfeição.

 

Aproveitando a retrospectiva, eu gostaria de agradecer algumas pessoas que fizeram essa festa possível. Primeiro a Dani Hasse, minha namorada e verdadeira musa-folk, que tem a infinita paciência com toda a correria e ainda assim se diverte, sempre registrando os shows em foto e vídeo – e que deve tocar com seu projeto folk logo na festa!

 

Outro camarada imprescindível é o Rodrigo Sommer (esse já tem show marcado pra abril), um dos organizadores e o responsável pelos cartazes e flyers da festa, sucesso absoluto.

 

Por trás da mesa de som está o insubstituível Mancha, operador de milagres de plantão. Também temos que agradecer ao Paulo e ao Miki, cappos do Santa Augusta que curtiram a idéia e apostaram na Folk This Town, além de amigos que colaboraram de diversas maneiras, como Carol, Kátia, Guilherme, Palugan, Eugênio, Leon, Stevens, Dani Arrais e mais uma porrada de gente que eu estou esquecendo agora – sem contar o nosso público que está lá, domingo sim, domingo não, espantando a pasmaceria com um bom som, boa cerveja e excelente companhia.

 

Abraços a todos, e nos vemos na próxima Folk This Town!